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terça-feira, 17 de novembro de 2020

Fraudes no E-commerce

Foto: EventoElements

 Desde que iniciou-se o comércio online, também começaram as fraudes tanto nas compras, quanto nas vendas. E com o crescimento exponencial do e-commerce, o mesmo também ocorreu com as fraudes.
 Para termos um pequena ideia, segundo levantamento da ClearSale em 2019 foram evitados R$1,9 Bi em fraudes através dos diversos sistemas de prevenção, este número corresponde a um aumento de 36% com relação a 2018.
 A compra de Celulares concentra o maior registro de tentativa de fraude em 2019, com 8,73%, seguido por Bebidas, 8,04%, Games, 7,61% e Eletrônicos, 4,33%, os produtos mais visados pelos fraudadores são aqueles de mais fácil revenda no mercado paralelo.
 Segundo o site ecommercebrasil.com.br, a região Norte é a região com maior índice de fraudes com 6,58%, seguido pela região Nordeste com 5%, Centro-Oeste 4,7%, Sudeste 3,2% e Sul com o menor índice, 1,9%.
 Em 2020, no primeiro trimestre, foram evitados R$608 Milhões em fraudes no e-commerce e o total de tentativas no final do primeiro semestre ficaram em torno de 3,49%. Acredito que este ano o e-commerce e seus sistemas de prevenção conseguirão evitar aproximadamente R$2,5 Bi em fraudes.
 Com estes números, o Brasil é o segundo país da América Latina no ranking de fraudes, ficando atrás apenas do México.

 Mas quais são os tipos de fraudes?
 - Fraude Amiga
 A chamada fraude amiga é talvez a menos esperada das fraudes, ela normalmente ocorre quando algum parente ou pessoa muito próxima utiliza o cartão de crédito da vítima sem seu conhecimento.
 A pessoa efetua a compra com todos os dados corretos do proprietário, que só descobre sobre a compra ao receber a sua fatura. 
 Quando entra em contato com a loja, questionando a compra e solicitando o estorno, descobre quem efetuou a compra.
 O maior problema para o vendedor, neste caso, é comprovar para o dono legítimo do cartão que o pedido foi realmente feito e o produto foi enviado para o endereço solicitado na compra. E mesmo com todo o transtorno causado, esta é a fraude mais simples de ser resolvida.

 - Fraude Efetiva
 É a mais comum entre todas. Os dados fornecidos pelo cliente ao site são roubados por terceiros ou o cliente tem as informações vazadas.
 Outro modo onde ocorre esta fraude é através de um assalto, onde o meliante usa os documentos e cartões roubados para fazer compras pela internet.
 Neste caso, tanto fraudado, quanto lojista, correm riscos, pois o fraudado pode não verificar a informação de compra, ou mesmo que ele aja rápido e peça a contestação, a loja já pode ter efetuado o envio da mercadoria.

 - Phishing
 Podemos tratar estes praticantes como fraudadores profissionais, pois o infrator possui bastante conhecimento em tecnologia, cria páginas muito semelhantes as lojas reais que pretende fraudar, comunica-se com os clientes de forma muito similar e usa as páginas clonadas para coletar os dados dos clientes.
 Neste caso, além do transtorno para o comprador fraudado, existe também um problema para a loja clonada, onde acaba perdendo a credibilidade e tem sua imagem vinculada a falta de segurança.

 - Auto-Fraude
 Talvez a mais difícil de ser prevenida pelos lojistas.
 Nesta modalidade, o comprador de má índole, acessa a loja, efetua a compra e após o recebimento do produto, entra em contato com a administradora do cartão de crédito e informa o não recebimento, para assim receber o tão conhecido Chargeback.
 O que pode ser feito neste caso pela loja prejudicada, é identificar, mapear as informações, bloquear o cadastro para evitar futuras compras e recorrer a formas de cobrança.

 Por experiências próprias, através experiências profissionais anteriores, posso dizer que não é tão difícil criar um programa interno de identificação e cobrança destes casos, pois conseguíamos reverter a grande maioria dos casos em contatos telefônicos, recuperando os valores.

 Como podemos prevenir estas fraudes?
 Além de cuidados internos, com infraestrutura, normatização PCI, e outras tantas formas de proteção de dados, existem as ferramentas de prevenção a fraude criadas por diversas empresas que se especializaram neste seguimento.
 Abaixo listo algumas empresas especializadas em Antifraude:
  • Konduto
  • Fcontrol
  • Idwall
  • ClearSale
  • Kount
  • BigData
  • FraudNet
  • entre tantas outras.
 Espero ter contribuído um pouco mais com o conhecimento de vocês, trazendo este assunto cada dia mais presente em nossos dias. 

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Black Friday



 Mais uma Black Friday está chegando e muitos se perguntam, este ano teremos promoções de verdade?
 A verdade é que as edições anteriores nos mostram que muitas vezes existem descontos e outros que nos fazem desconfiar. 
 O que podemos dizer é se trata de uma data muito aguardada pelos consumidores de todo o planeta.

 Mas o que é Black Friday e como surgiu?
 Sua tradução é "sexta feira negra", mas seu significado prático é bem diferente, trata-se da abertura oficial de compras natalinas, onde diversas lojas, armazéns e afins fazem grandes promoções para dissolver seus estoques.
 Surgida nos Estados Unidos, é promovida um dia após o Dia de Ação de Graças que celebra-se no dia seguinte à quarta quinta-feira do mês de novembro, sua repercussão se tornou tão grande que hoje se estende por todo o mundo.
 Como complemento ao evento, existe a Cyber Monday, que é um dia dedicado às compras pela Internet e que é celebrado na segunda-feira depois da Ação de Graças.
 Ninguém sabe ao certo o motivo pelo qual foi dado o nome de Black Friday, entretanto, existem teorias de que o nome surgiu na Filadélfia quando policiais locais chamavam de Black Friday o dia seguinte ao feriado, devido aos grandes congestionamentos gerados devido a abertura do período de compras, outra teoria diz que foi decorrente da grande crise financeira de 1869, mas a verdade é que o termo é usado desde a década de 1960 e se tornou popular em 1975, quando as mídias de publicidade passaram a usar o termo.
 Anos após, devido a grande demanda por conta dos baixos preços, diversos varejistas passaram a abrir as lojas bem mais cedo do que seu horário de funcionamento, e embora não seja feriado nos Estados Unidos diversas empresas dão folgas aos seus funcionários para que aproveitem a data.

 Black Friday no Brasil
 A primeira versão brasileira do evento ocorreu em 2010, foi uma versão totalmente on-line, reuniu pouco mais de 50 lojas e seu faturamento não passou dos R$ 3 milhões.
 Oficialmente a Black Friday começou no Brasil em 2011 com a abertura e participação de lojas físicas e seu faturamento chegou aos R$ 100 milhões.
 Abaixo trago os valores levantados sobre os faturamentos seguintes:
 2012 - R$ 250 Milhões
 2013 - R$ 770 Milhões
 2014 - R$ 1,16 Bi
 2015 - R$ 1,5 Bi
 2016 - R$ 2,1 Bi
 2017 - R$ 2,1 Bi
 2018 - R$ 2,6 Bi
 2019 - R$ 3,67 Bi (no período de 1 a 30 de novembro o faturamento foi de R$ 11,95 Bi, 32,8% a mais do que 2018)
 Para 2020 a previsão de faturamento deve ser ainda maior.
 Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em parceria com o Neotrust-Compre&Confie, a estimativa é um crescimento de 77% nas vendas em relação a 2019, atingindo a marca de R$ 6,9 bilhões, segundo publicado no site do jornal "O Estado de São Paulo".

 Como nas primeiras edições houveram muitas reclamações de preços mascarados e falsas promoções, e afim evitar práticas fraudulentas, como a maquiagem de preços e falsos descontos, a câmara brasileira de comércio eletrônico (Câmara e-net) criou o código de ética para a Black Friday e publicou uma lista com as lojas participantes que foram regulamentadas segundo as normas da cláusula. (Link de acesso)
 Outra ótima opção para evitar falsos anúncios é a utilização de comparadores de preços como por exemplo Buscapé, Zoom, entre outros.
 Caso tenham interesse, também podem cadastrar-se no site oficial da Black Friday no Brasil (https://www.blackfriday.com.br/), acompanhar a contagem regressiva para o dia 27 de novembro de 2020 e ter acesso as lojas cadastradas.
 
 Espero ter trazido um pouco mais a cada um de vocês sobre o tema e deixo aqui o meu desejo de que consigam aproveitar as promoções e adquirir os produtos e serviços desejados. 

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Maquininhas Mercado Pago em Promoção

 




 Adquira já a sua com preços especiais.

Point Smart - de R$840,80 por R$478,80

Point Pro - de R$718,80 por R$298,80

Point Mini Chip - de R$238,80 por R$142,80

Point Mini - de R$118,80 por R$58,80


Acesse o link e garanta já a sua.


sexta-feira, 6 de novembro de 2020

O que é Coworking?

 


 Você sabe o que é Coworking?
 Se formos interpretar ao pé da letra, os significados são, cotrabalho, trabalho colaborativo ou trabalho cooperativo. O termo foi criado em 1999 por Bernie De Koven e em 2005 usado por Brad Neuberg para descrever um espaço físico, primeiramente chamado de 9 to 5 group.
 É um modelo de trabalho que se baseia no compartilhamento de espaço e recursos de escritório, reunindo pessoas que não trabalham necessariamente para a mesma empresa ou na mesma área de atuação, podendo inclusive reunir entre os seus usuários os profissionais liberais, empreendedores e usuários independentes.
 Muito utilizado por profissionais autônomos para solucionar o problema do isolamento por teletrabalho, evitar o home office e manter uma rotina de trabalho mais produtivo, além de diversos profissionais que possuem planos de negócios, principalmente voltados para tecnologia que demandam de boa internet, ambiente criativo, comunicação e Networking por exemplo. 
 Neuberg criou um espaço onde trabalhavam 3 profissionais de tecnologia e abria o seu espaço para para outros profissionais avulsos que precisavam de um lugar para trabalhar e compartilhar experiências e hoje existem mais de 6.000 coworkings no mundo.
 Em sua grande maioria, são escritórios fundados por empresários ou até mesmo grupos econômicos que alugam seus espaços para profissionais autônomos, profissionais de tecnologia, Startups, entre outros.
 No Brasil, existem aproximadamente 1.500 coworkings segundo levantamento, em sua grande maioria, localizados no estado de São Paulo, além de diversas segmentações, que variam desde a necessidade de um espaço para trabalho de forma avulsa, mensal, pequenos e médios escritórios, a até mesmo apenas um endereço comercial para recepção de documentos.
 Em 2017 algumas instituições no brasil começaram a fornecer um serviços de coworking públicoonde você pode usar o espaço compartilhado de forma  avulsa e agendada, entre elas cito  a FIAP e o Centro Cultural São Paulo.

 Quais os benefícios?
 Os escritórios são ótimas opções para profissionais que não querem trabalhar em suas residências, gostam de atuar de forma colaborativa, buscam Networking, foco na atividade e tudo mais que envolve o desenvolvimento e crescimento de um negócio. Além disso, podemos levantar também os custo bem abaixo de aluguel, montagem e manutenção de um escritório, pois abaixo listo alguns serviços que podem ser encontrados e que sairiam caros para ter em um escritório;
  •  Internet de Alta Velocidade
  •  Salas de Reunião
  •  Localização de destaque
  •  Segurança
  •  Café e Água
  •  Recepcionista Bilíngue
  •  Ambiente sofisticado e design corporativo
  •  Linha telefônica própria
  •  Espaço de Descompressão
  •  Marketing de divulgação
  •  Equipe de manutenção
  •  Networking com empresas da rede
 Mas a pergunta que não quer calar é, "Vale a pena usar um Coworking?"
 Na minha humilde opinião, vale muito a pena, pois você poderá usar de recursos e serviços que muitas vezes não conseguiria trabalhando de casa ou constituindo um escritório próprio.

 Espero ter levado a vocês um pouco mais sobre este serviço que cresce a cada dia no país.

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Diversas Instituições não Participarão do Lançamento do PIX

 


 O lançamento oficial do PIX está chegando, dia 03-11 já estará liberado de forma restrita e no dia 16-11 finalmente todos terão o tão esperado acesso ao novo meio de pagamento.

 Entretanto das 927 instituições cadastradas para a utilização do PIX junto ao Banco Central, 165 ainda não estão adequadas para as transações e outras 56 foram excluídas pela instituição.

 Entre elas estão:
  • Alipay Brasil Meios de Pagamento Ltda.
  • Banco Citibank S.A.
  • Banco XP S.A.
  • Magalu Pagamentos Ltda.
  • Meliuz Veiculação e Divulgação Virtual S.A.
  • OLX Meios de Pagamento Ltda.
  • Paypal do Brasil Serviços de Pagamento Ltda.
  • Redecard S.A.
  • Sorocred — Crédito, Financiamento e Investimento S.A.
  • Yapay Pagamentos Online Ltda.
  • Braspag – Tecnologia em Pagamento Ltda.
  • Mapfre
 Para visualizar as listas completas, acesse aqui.

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Maquininhas de Cartões de Crédito - Até Onde Vamos?

 

Imagem CDLBH

 Hoje os pagamentos através de cartões de crédito e débito são tão comuns no nosso dia a dia que não olhamos quantas empresas existem hoje no processamento de vendas.

 A algum tempo atrás sabíamos de cór e salteado as maquininhas que existiam nos estabelecimentos comerciais, sempre que víamos algo diferente ficávamos com certa suspeita.

 Chamadas popularmente de maquininhas, os terminais de processamento de dados de cartões de crédito surgiu em seus primeiros modelos na década de 70 nos EUA, atualmente são tantas, que já estamos ficando acostumados com tanta variedade e não reparamos mais nas marcas, apenas efetuamos o pagamento.

 Com este pensamento comecei a listar e analisar as tais maquininhas, o resultado realmente me surpreendeu e me fez refletir muito a respeito. Minha ideia aqui não é listar a melhor ou a pior maquininha, mas sim levar pra vocês a mesma reflexão, "até onde é bom e até onde não é?" termos tantas empresas.

 Para ilustrar um pouco o que estou falando, abaixo coloco a lista que criei:

  • SafraPay
  • Rede
  • Cielo
  • GetNet
  • PagSeguro
  • MercadoPago
  • Stone
  • SumUp
  • PagPop
  • Izettle
  • InfinitePay
  • C6Pay
  • Sicredi
  • PassePag
  • PopCredicard
  • AqPago
  • Bin
  • Aplic
  • FrogPay
  • Justa
  • ZigNet
  • Donus
  • Acqio
  • Banco do Brasil
  • StarPay
  • Evo
  • Gbank
  • Payleven
  • OrusPay
  • Sicoob
  • Sipag
  • GlobalPayments
  • AvecPay
  • FinPet
  • BMG Granito
  • Valori Bank
  • Leozinha
  • Entre outras...
 Muitas delas pertencem a gigantes do mercado de pagamentos e bancos, mas outras pertencem a lojas e seguimentos específicos, onde não sabemos até onde conseguirão atender as possíveis demandas do mercado.
 
 Tanta concorrência assim é realmente benéfica para o mercado?
 
 Até onde o Banco Central permitirá que as empresas entrem neste seguimento?
 
 Como será a fiscalização destas empresas?

 Nesta lista, existem 37 empresas, mas existem várias outras não listadas e mais entrantes a cada dia.

 Até onde vamos e quantas mais virão?

 

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

O que é Marketplace?

 Hoje mais do que nunca aqui no Brasil, os consumidores estão comprando pela internet, devido a pandemia, até aqueles aqueles que não confiavam e nunca haviam efetuado compras através de aparelhos eletrônicos, começou a buscar produtos e serviços on-line.

 Mas o que poucos sabem, é que muitos dos produtos e serviços que estão ali disponíveis, não são vendidos pelo site onde ele está anunciado, e sim por uma outra empresa que faz sua divulgação através daquela loja virtual que atua como Marketplace.

 Mas o que é Marketplace?

 O marketplace é um e-commerce, que permite que outras lojas e/ou pessoas inscrevam-se e vendam seus produtos ou serviços, permitindo que o cliente efetue compras de diversos vendedores ao mesmo tempo.

 Existem diversas definições usadas para descrever de forma simples o que é um marketplace:

  •  - Vitrine on-line
  •  - Shopping on-line
  •  - E eu sempre usei de exemplo para os mais antigos o conceito de Listas Amarelas On-line.

 Hoje existem diversos diversos seguimentos de marketplaces.

  •  B2C (Business to Consumer)
  •  B2B (Business to Business)
  •  C2C (Consumer to Consumer)
  •  B2B2C (Business to Business to Consumer)
  •  B2G (Business to Government)

 Quando surgiu o Marketplace?

 Segundo o site Wikipedia, o primeiro conceito de marketplace surgiu nos Estados Unidos através de um software desenvolvido pela empresa CompuServe na década de 1980, chamado Electronic Mall, onde permitia o anúncio em e-mails que funcionavam como vendas por catálogo.

 Infelizmente este modelo não conseguiu se manter por muito tempo, principalmente quando uma década após, surgiram os primeiros e-commerces no modelo atualmente conhecido de marketplace. Foram eles a Amazon e o eBay, fundados em 1994 e 1995, respectivamente. Que iniciaram suas jornadas em uma época onde a computadores e internet já estavam mais presentes nos lares em países mais desenvolvidos. 

 E no Brasil?

 Apesar de sites como E-commerce Brasil falarem que o conceito de marketplace chegou ao país em 2012, a realidade é bem diferente.

 Fundado em 1999 na Argentina e também em outros 3 países no mesmo ano, incluindo o Brasil, o MercadoLivre.com, a qual tenho o orgulho de ter atuado entre os anos de 2005 a 2010,  foi uma das primeiras empresas a atuar no país neste modelo de negócios, e dividindo espaço desde então com empresas como e-Bazar, B2W, Amazon Brasil, entre outras tantas empresas.

 Entre os maiores Makertplaces do Brasil hoje estão:

  • Mercado Livre
  • B2W Marketplace (Americanas, Americanas Empresas, Submarino e Shoptime)
  • Via Varejo (Casas Bahia, Pontofrio e Extra)
  • Amazon
  • Magazineluiza
  • Carrefour
  • Elo7
  • Netshoes
  • GFG (Dafiti, Kanui, Tricae)
  • Wish
  • Cissa Magazine
  • MadeiraMadeira
  • Centauro
 Existem diversas vantagens e também desvantagens ao se trabalhar com vendas através de um marketplace, mas isso é conteúdo para uma outra postagem.
 
 Espero que tenham gostado deste material e que possa ser útil para seu negócio ou até mesmo a título de conteúdo e curiosidade.

O RH está cada vez menos Humano?

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